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apresentação | estratégia local de desenvolvimento
Terras de Santa Maria 2020

No período de programação 2007-2013, a gestão exercida pela ADRITEM ao nível do Subprograma 3 – Dinamização das Zonas Rurais (PRODER) restringiu-se, geograficamente, a 5 Municípios – Albergaria-a-Velha, Oliveira de Azeméis, Santa Maria da Feira, Valongo e Gondomar – confrontando duas NUTS II – Norte e Centro, num total de 36 freguesias. Contudo, consciente da emergência de centralizar esforços e seguindo as recomendações do Acordo de Parceria 2014-2020 “Portugal 2020” (julho de 2014), a ADRITEM apresenta como aposta futura para o próximo período de programação, a sua intervenção ao nível de uma única NUTS II Norte, excluindo, desta forma, o concelho de Albergaria-a-Velha, do seu âmbito geográfico de atuação.

Partindo para uma visão estratégica global sobre o território, desde logo se perceciona a sua heterogeneidade cultural, socioeconómica e ambiental, marcada por uma dualidade urbana metropolitana a que se contrapõe uma zona rural e agrícola, e a que acresce uma rede hidrográfica rica, com uma frente de litoral de 128 km, e na qual o rio Douro se destaca e representa, por si só, um recurso de enorme potencial. Tornando-se, desta forma, pertinente compatibilizar todas estas características diferenciadoras, maximizando o potencial das mesmas, a ADRITEM propõem-se, neste novo período de programação 2014-2020, a atuar em territórios alvo assentes nas 3 vertentes do DLBC (Desenvolvimento Local de Base Comunitária) – Rural, Urbana e Costeira – com uma abrangência total de 7 Municípios (Valongo, Gondomar, Vila Nova de Gaia, Espinho, Santa Maria da Feira, São João da Madeira e Oliveira de Azeméis).

Para o êxito da delimitação dos territórios em questão, isto é, a tipificação dos territórios em rural, urbano e costeiro, procurou-se ir além das classificações clássicas, ancoradas na dimensão dos lugares e na estrutura populacional, estendo a análise a um conjunto de dimensões analíticas que caracterizam e fundamental as três configurações de espaço, nomeadamente com base em:

  • Análise de indicadores de cariz demográfico, económico, social e cultural;
  • Relatividade da experiência da industrialização ou a industrialização difusa que, em alguns casos, resultou em fracos efeitos ao nível da urbanização ou mesmo ao nível dos impactes do processo de terciarização;
  • Influência territorial do “Eixo Urbano Entre Douro e Vouga”;
  • Histórico de trabalho desenvolvido no território 2007-2013, no âmbito do Subprograma 3 do PRODER, que resulta, atualmente, em dinâmicas já consolidadas e às quais se pretende dar seguimento;
  • Potencialidade de alavancagem económica entre territórios, nomeadamente, no que concerne à dicotomia rural-urbano e às sinergias a ser estabelecidas entre ambas e o DLBC costeiro;
  • Continuidade territorial, projetando uma união de cariz geográfico (físico) no sentido de alcançar a coesão territorial, de forma integrada e multissectorial, atendendo às alterações geográficas decorrentes da reorganização administrativa das freguesias.

Assim, com o reforço da parceria nos concelhos onde a ADRITEM não tinha expressão (São João Madeira, Vila Nova de Gaia e Espinho), consideramo-nos aptos – com novos recursos e competências decorrentes desta união de esforços – a desenvolver a nossa missão, não só onde já é reconhecido o sucesso do nosso trabalho mas, igualmente, dar continuidade ao mesmo num novo território através da gestão destes 3 instrumentos (DLBC Rural, Urbano e Costeiro).

NOTA

Por deliberação da Comissão de Avaliação do processo de Pré- qualificação de candidaturas ao DLBC, datada de 12 de maio de 2015, a ADRITEM encontra-se atualmente qualificada para a gestão local do território RURAL - ver Síntese Macro Estratégia DLBC Rural.

Não obstante, atendendo à visão integrada do território de “Terras de Santa Maria” atrás mencionada, a ADRITEM promoverá, sempre que possível, candidaturas a outras linhas de financiamento que respondam às necessidades e desafios identificados nas linhas estratégicas definidas pela Parceria, podendo haver, futuramente, a possibilidade de gestão do DLBC Costeiro e Urbano (este último com incidência apenas em bairros ou comunidades socialmente problemáticas).

 
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